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  • Por que o tema imposto domina as notícias em 2026

    O assunto está em alta porque 2026 funciona como ano de preparação para 2027, quando a reforma tributária do consumo entra em cheio e surgem novas regras sobre a renda. Os prazos decisivos se concentram entre setembro e dezembro de 2026, o que mantém o tema no noticiário quase diariamente. A carga tributária brasileira já vinha crescendo antes disso: em 2025 ela atingiu 32,4% do PIB, o maior nível da série histórica segundo estimativa do Tesouro Nacional divulgada pelo g1, superando os 32,2% do PIB registrados em 2024. Entender o que muda agora é o primeiro passo para não ser pego de surpresa pelos novos prazos.

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Reforma tributária: por que "imposto" está em alta

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Resumo das novidades que colocaram o imposto em alta: fim do IPI, Imposto Seletivo, CBS/IBS, split payment, Simples 2027 e IR da alta renda.

Por que “imposto” está em alta? Resuma as novidades com fontes.

Busca na web feita

Por que “imposto” está em alta — resumo das novidades

O assunto está circulando por causa da transição da reforma tributária do consumo e de novas regras sobre renda. Os principais pontos:

1. Fim do IPI e criação do Imposto Seletivo O Ministério da Fazenda afirmou que o governo deve publicar uma tabela zerando o IPI para boa parte dos produtos e enviar ao Congresso o projeto do Imposto Seletivo, que substitui o IPI, com vigência prevista para 1º de janeiro de 2027. A carga do novo imposto deve equivaler à do IPI atual, com 2027 como ano de transição e calibragem a partir de 2028 (cn12.com.br, 2/7/2026).

2. Alíquota da CBS/IBS ainda indefinida A alíquota de referência da CBS ainda não existe oficialmente. A Receita entregou ao TCU, em 14/9, a proposta de metodologia de cálculo; o TCU tem até 30/10 para validá-la e o Senado, até 15/12/2026, para votar a resolução que fixa o percentual (jornalcontabil.com.br).

3. Simples Nacional 2027 e o “Simples Híbrido” O prazo para opção pelo regime terminou em 30/9. Empresas que quisessem recolher CBS e IBS pelo regime regular também precisavam se manifestar até essa data. Até 18/9, havia 181.172 pedidos de opção pelo Simples e 165.034 de apuração de CBS/IBS pelo regime regular (revistapegn.globo.com).

4. Duimp passa a calcular IBS e CBS na importação Nova versão da Declaração Única de Importação calcula IBS e CBS por item, exigindo UF e município de consumo e novos componentes da base de cálculo. A Receita orienta que os valores não devem ser recolhidos em 2026 — é preparação de sistemas (gomidecontabilidade.com.br, 27/9/2026).

5. Split payment Receita Federal e CGIBS aprovaram os documentos técnicos da Plataforma Pública do split payment, com seis manuais (Operações, Integração, OpenAPI, Tempos, Redes e Segurança). O setor produtivo (CNI, CACB, CNC) cobra clareza; a CACB estima queda de até 12% no fluxo de caixa no início da transição, chegando a 28% ao final (istoedinheiro.com.br; capitalnews.com.br).

6. Imposto de Renda da alta renda (IRPFM) Advogados alertam que o fim de 2026 é a janela de planejamento para o Imposto de Renda Mínimo, com primeiros efeitos na declaração de 2027. Contribuintes com renda acima de R$ 600 mil anuais estão sujeitos; a alíquota chega a 10% a partir de R$ 1,2 milhão. Dividendos acima de R$ 50 mil mensais da mesma empresa sofrem retenção de 10% na fonte como antecipação (estadao.com.br, 24/9/2026).

7. Orientações oficiais e balanços da Receita Receita, CFC, Sebrae e Fenacon lançaram em 18/9 uma ação de orientação sobre a reforma, com cursos, manuais, calculadora de tributos e simulador de Darf da CBS (gov.br/fazenda). Em setembro também saíram balanços de opções do Simples/IBS-CBS e a consulta ao lote residual do IRPF 2026 (gov.br/receitafederal).

Em uma frase: “Imposto” está em alta porque 2026 é o ano de preparação para 2027 — quando entram CBS em cheio, o Imposto Seletivo no lugar do IPI e o IR mínimo da alta renda —, com prazos decisivos de setembro a dezembro de 2026.

Observação: as datas citadas são as informadas pelos veículos nas buscas; vale confirmar detalhes nos links, já que prazos e alíquotas seguem em discussão.

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Por que o imposto virou assunto: o que muda na virada de 2026 para 2027

Este resumo foi gerado por IA a partir da conversa.

O debate tributário ganhou força porque 2026 é o ano de preparação para as novas regras de consumo e de renda. Entenda IPI, Imposto Seletivo, CBS, IBS, split payment e o imposto mínimo da alta renda, com prazos e alíquotas conhecidos até agora.

O que explica a onda de notícias sobre tributos

O assunto voltou ao centro das conversas porque 2026 funciona como ano de preparação para 2027, quando devem entrar em vigor a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e o Imposto Seletivo no lugar do IPI. Somam-se a isso as discussões sobre o imposto mínimo para a alta renda. Esse calendário concentra decisões em poucos meses e obriga empresas e contribuintes a acompanhar prazos, metodologias de cálculo e obrigações acessórias que ainda estão sendo definidas por órgãos públicos.

A transição do consumo e o fim do IPI

O Ministério da Fazenda afirmou que o governo deve publicar uma tabela zerando o IPI para boa parte dos produtos e enviar ao Congresso o projeto do Imposto Seletivo, que substitui o IPI, com vigência prevista para 1º de janeiro de 2027. A carga do novo imposto deve equivaler à do IPI atual, com 2027 como ano de transição e calibragem a partir de 2028, segundo o cn12.com.br (2/7/2026). Trata-se de estimativa oficial, sujeita a alteração ao longo da tramitação.

A alíquota de referência ainda não está fechada

A alíquota de referência da CBS ainda não existe oficialmente. A Receita entregou ao TCU, em 14 de setembro, a proposta de metodologia de cálculo; o TCU tem até 30 de outubro para validá-la e o Senado, até 15 de dezembro de 2026, para votar a resolução que fixa o percentual, conforme o jornalcontabil.com.br. Estimativas do Ministério da Fazenda citadas pelo Insper e pelo Estadão apontam para uma alíquota de referência do IVA dual em torno de 26,5%, com menções a 28% que geraram reação.

O que as empresas precisaram decidir até setembro

O prazo para opção pelo Simples Nacional terminou em 30 de setembro. Empresas que quisessem recolher CBS e IBS pelo regime regular também precisavam se manifestar até essa data. Até 18 de setembro, havia 181.172 pedidos de opção pelo Simples e 165.034 de apuração de CBS/IBS pelo regime regular, conforme a revistapegn.globo.com. São números de um regime híbrido em que o contribuinte escolhe como quer apurar os novos tributos, decisão que afeta custos e obrigações acessórias.

Importação e split payment: o que muda na prática

A nova versão da Declaração Única de Importação (Duimp) calcula IBS e CBS por item, exigindo UF e município de consumo e novos componentes da base de cálculo. A Receita orienta que os valores não devem ser recolhidos em 2026 — é preparação de sistemas, segundo a gomidecontabilidade.com.br (27/9/2026). Em paralelo, a Receita Federal e o CGIBS aprovaram os documentos técnicos da Plataforma Pública do split payment, com seis manuais (Operações, Integração, OpenAPI, Tempos, Redes e Segurança). O setor produtivo, como CNI, CACB e CNC, cobra clareza sobre o modelo.

O impacto no caixa das empresas

O split payment é o mecanismo em que o imposto é separado no momento do pagamento, antes de o valor chegar à conta do vendedor. A CACB estima queda de até 12% no fluxo de caixa no início da transição, chegando a 28% ao final, conforme o istoedinheiro.com.br e o capitalnews.com.br. Esses percentuais são estimativas do setor, não medições oficiais, e dependem do desenho final das regras e do perfil de cada empresa. Negócios com margens apertadas e prazos longos de recebimento tendem a sentir mais.

Imposto de Renda mínimo e planejamento

Advogados alertam que o fim de 2026 é a janela de planejamento para o Imposto de Renda Mínimo, com primeiros efeitos na declaração de 2027, segundo o estadao.com.br (24/9/2026). Contribuintes com renda acima de R$ 600 mil anuais estariam sujeitos; a alíquota chega a 10% a partir de R$ 1,2 milhão. Dividendos acima de R$ 50 mil mensais da mesma empresa sofrem retenção de 10% na fonte como antecipação. São regras em discussão: vale confirmar detalhes antes de qualquer decisão.

Fontes

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