O Mundial de Hóquei em Patins de 2026 está em alta porque a competição terminou em 18 de outubro de 2026, em Assunção, no Paraguai, com um desfecho inédito: a França conquistou o primeiro título mundial da sua história. O torneio foi a 47.ª edição do campeonato do mundo e realizou-se no âmbito dos World Skate Games. O resultado histórico e a forma como a final foi decidida explicam a procura repentina por informações sobre o evento nos dias seguintes.
A França nunca tinha chegado a uma final mundial antes de 2026, e venceu-a logo na primeira tentativa. Segundo os resultados divulgados, a equipa francesa foi orientada pelo treinador português Nuno Lopes, e o guarda-redes luso-francês Pedro Chambell teve um papel decisivo. O título encerra uma campanha em que a França não partia como favorita face às seleções historicamente dominantes.
A final opôs a Argentina à França e terminou empatada 2-2 no tempo regulamentar. Os golos franceses foram marcados pelos irmãos Di Benedetto: Bruno fez o 1-1 aos 11 minutos e Carlo marcou o 2-1 de livre direto. Pela Argentina, Lucas Martínez apontou os dois golos. Estas informações constam nos resultados recolhidos a partir de fontes como o Jornal Record e a RTP.
Após o 2-2, o título foi decidido nos penáltis, onde apenas Lucas Martínez converteu pela Argentina e Carlo Di Benedetto marcou duas vezes pela França. Existe uma divergência entre fontes quanto ao resultado exato dos penáltis, que aparece descrito como 2-1 ou 1-2. O ponto essencial, confirmado por todas as fontes, é que a França venceu o desempate e se sagrou campeã.
O campeonato sénior masculino decorreu de 11 a 18 de outubro de 2026, em Assunção, no Paraguai, com os jogos principais na COP Arena. O torneio integrou-se nos World Skate Games de 2026, um evento multidesportivo que reúne várias modalidades sobre patins e pranchas. Os torneios feminino e sub-19 masculino disputaram-se antes, entre 4 e 10 de outubro, também em Assunção.
A competição sénior masculina reuniu 14 seleções, divididas em dois grupos. O Grupo A incluía Espanha, Portugal, Itália e Suíça; o Grupo B era formado por Chile, França, Angola e Argentina. Os resultados da fase de grupos determinaram os emparelhamentos das fases seguintes, que incluíram jogos de classificação para além das meias-finais e da final.
Nas meias-finais, a França eliminou Portugal por 6-3, num jogo que estava 3-3 no tempo regulamentar e só se decidiu no prolongamento. Do outro lado, a Argentina bateu a Espanha, também num desempate. Estes dois resultados afastaram do título as duas seleções mais habituadas a discuti-lo, Portugal e Espanha.
No jogo de atribuição do 3.º e 4.º lugares, Portugal venceu a Espanha por 5-3 e terminou o Mundial em terceiro lugar. A Espanha ficou em quarto. Este resultado foi divulgado por fontes como o hoqueipatins.pt e a RTP.
A Argentina era apontada como favorita ao título antes do torneio. A equipa recuperou de uma derrota inicial frente à França e chegou às meias-finais, onde eliminou a Espanha, também através de um desempate por penáltis. Apesar do percurso, acabou derrotada na final pela própria França, a seleção que já a tinha batido na fase de grupos.
Angola terminou em 5.º lugar ao vencer o Chile num jogo que acabou 3-3 e foi decidido nos penáltis, por 2-1. No jogo seguinte de classificação, a Itália venceu a Suíça por 4-2 e ficou em 7.º lugar, deixando a Suíça em 8.º. Estes resultados constam nos dados divulgados pelo hoqueipatins.pt.
Nos lugares seguintes da classificação, a Áustria ficou em 9.º lugar ao vencer a Colômbia nos penáltis, por 5-4, depois de um empate no tempo regulamentar. No torneio intercontinental, o Brasil venceu o México por 15-2 e terminou em 11.º lugar, com o México em 12.º. Estes jogos envolveram seleções de fora dos grupos principais do torneio sénior.
Algumas seleções que costumam marcar presença em competições internacionais não participaram neste Mundial. Entre as ausências contam-se Inglaterra, Alemanha, Andorra, Estados Unidos, Moçambique e Egito. A ausência destas equipas alterou o formato e o número de participantes em relação a edições anteriores.
Carlo Di Benedetto, da França, foi o melhor marcador do torneio, com 10 golos, e foi também decisivo na final. Portugal apresentou o melhor ataque da competição, com 29 golos marcados em 6 jogos. A França teve a melhor defesa, sofrendo apenas 8 golos ao longo do torneio. Estes dados são atribuídos a fontes como zerozero e ogol.
Carlo Di Benedetto jogava então no FC Porto, o que dá uma ideia do nível do campeonato português no contexto mundial. Marcou 10 golos ao longo da competição e foi o autor de dois dos penáltis decisivos na final. O seu irmão, Bruno Di Benedetto, também marcou na final, aos 11 minutos, fazendo o empate a uma bola.
Pedro Chambell, guarda-redes luso-francês, foi apontado como decisivo na conquista do título pela França. Num jogo decidido nos penáltis, a performance do guarda-redes tem um peso direto no resultado final. A sua ligação a Portugal reflete a circulação de jogadores entre os campeonatos português e francês de hóquei em patins.
A França conquistou o seu primeiro título mundial sob o comando do treinador português Nuno Lopes. O caso ilustra como treinadores portugueses são contratados por seleções estrangeiras, dada a tradição de Portugal nesta modalidade. O título francês foi o primeiro de sempre para o país, o que dá relevo adicional ao trabalho da equipa técnica.
Além do sénior masculino, o Mundial de 2026 incluiu os torneios feminino e sub-19 masculino, disputados entre 4 e 10 de outubro. Os resultados desses torneios não constam nos dados recolhidos, pelo que os vencedores não podem ser indicados com base nas fontes disponíveis. Quem procura informação sobre esses escalões deve consultar diretamente a World Skate ou a Federação Internacional de Patinagem.
O hóquei em patins é disputado com patins de rodas e uma bola, em pista coberta, por equipas de cinco jogadores. Os campeonatos do mundo são organizados pela World Skate, em articulação com as federações continentais e nacionais. A edição de 2026 foi integrada nos World Skate Games, um formato que junta várias modalidades num único evento, o que aumenta a visibilidade e a cobertura mediática.
Os resultados e dados deste Mundial foram divulgados por várias fontes, entre as quais o Jornal Record, a RTP, o hoqueipatins.pt e plataformas de estatística como zerozero e ogol. Os calendários e locais de prova constam em worldskate.org e fisr.it. Há uma nota de fiabilidade a ter em conta: um resultado da rollerenligne.com menciona um França-Chéquia para seniores masculinos, que aparenta ser um erro de página ou de outra competição, já que as restantes fontes confirmam Argentina-França na final.
Um primeiro título mundial da França e uma final decidida nos penáltis tornam esta edição historicamente relevante, sobretudo num desporto em que Portugal, Espanha e Argentina concentram a maioria dos títulos. A integração nos World Skate Games dá à modalidade uma plataforma mais ampla do que os campeonatos isolados. Quem quiser acompanhar as próximas edições ou confirmar dados dos escalões feminino e sub-19 deve seguir os canais oficiais da World Skate, já que as fontes disponíveis não cobrem todos os resultados de 2026.